"Nada torna, nada se repete, porque tudo é real."
*Alberto Caeiro

quarta-feira, abril 25, 2007

pequeno desenho
coração



desordenada linha
o fumo do cigarro



o copo muito nítido
na mesa



a luz que cai aos poucos
mãos pousadas


retratos por M.
poema por Bernardo Pinto de Almeida

3 comentários:

hiroshima disse...

o sabor de uma chávena de café vazia ao final do dia
gosto de retratos

Anónimo disse...

acho que conheço estas mesa, e a planta: é no Chalé suiço no jardim do passeio alegre?

ana c. disse...

nõ. é o bar do conservatório de música do porto.

Ontem foi:

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a entropia é a minha religião. alterno a leitura da bíblia com a interpretação de mapas e mãos. bebo, preferencialmente, azul. tenho, ainda, o hábito de escrever cartas_

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