"Nada torna, nada se repete, porque tudo é real."
*Alberto Caeiro

sábado, junho 02, 2007

porque são sempre bons os nosos momentos, petit prince


Az



escuta: este é o silêncio de mãos inquietas
sobrevoam telhados nas cidades
escorregam pela chuva que se demora nos vidros

escuta: esta é a minha prece
e que me nasçam cabelos brancos nos ramos de todas as árvores
se não te guardar agora e sempre
no calor do meu peito

1 comentário:

Cristina Nobre Soares disse...

Lindo poema...bela foto verde-lágrima...

Ontem foi:

About me:

A minha foto
a entropia é a minha religião. alterno a leitura da bíblia com a interpretação de mapas e mãos. bebo, preferencialmente, azul. tenho, ainda, o hábito de escrever cartas_

Sopra-me ao ouvido: