há nos pés a lembrança do estalar das folhas
que nos atropelam o caminho
enlacemos mãos e braços como árvores
de copa alta, rentes ao azul
por entre os dedos, virá a chuva
desfazer a poeira inútil dos dias

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"Nada torna, nada se repete, porque tudo é real."
*Alberto Caeiro
3 comentários:
há muito que teria partido para o país das folhas no chão. há muito que teria a chuva por companheira nos ramos altos das árvores. agosto arrasta o verão como uma canção do Paul Simon
Duas luas são os teus olhos
Dois rostos tem, a saudade
Dois actos, tem a peça de nome paixão
Nenhum aplauso dura...a eternidade...
Profético beijo
e aqui ainda é inverno, secos dias...
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