"Nada torna, nada se repete, porque tudo é real."
*Alberto Caeiro

sexta-feira, outubro 12, 2007

Espero que me oiças

Não me lembro de ter feito grandes pactos na vida. Mas lembro-me de tu e eu nos termos permitido qualquer coisa de muito semelhante a isso. E a regra dos pactos é deixarem de fazer sentido. O nosso não. Ainda diríamos, dedos sobrepostos, sangue contra sangue: és a minha certeza e eu sou a tua.

Foi esta a melhor forma que encontrei de te enviar daqui um abraço. De assinalar este dia. De o agarrar e fazer chegar a ti qualquer coisa de meu.

1 comentário:

aida monteiro disse...

"sobrepostos, sangue contra sangue: és a minha certeza e eu sou a tua."

muito, muito belo.

Ontem foi:

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a entropia é a minha religião. alterno a leitura da bíblia com a interpretação de mapas e mãos. bebo, preferencialmente, azul. tenho, ainda, o hábito de escrever cartas_

Sopra-me ao ouvido: