"Nada torna, nada se repete, porque tudo é real."
*Alberto Caeiro

segunda-feira, outubro 15, 2007

A vida interior de Martin Frost, de Paul Auster, é um mau filme. Pergunto-me como é que se pode ser tão bom escritor e fazer um argumento tão pobre. Dói ver Irène Jacob vestida de um fantasma tão sem história.

Má opção para terminar o meu domingo fora de portas.

4 comentários:

menina limão disse...

oh não. a sério? eu quero ver, claro. é verdade que eu não gostei particularmente do Lulu On The Bridge. e também é verdade que não achei nada de especial o livro A Trilogia de Nova Iorque, o que tornou pouco provável a leitura de outro livro dele. mas não deixo de ter grandes expectativas acerca do filme. gosto da aura que o cartaz transmite. posso vir a pensar diferente de ti, mas algo me diz que sairei tão defraudada quanto tu.

ana disse...

Eu não vi o Lulu on the bridge, nem o Smoke, de que foi argumentista, mas gostei de todos os livros que li dele, inclusive da Trilogia de N.Y. Este filme...começa bem, chega a criar expectativas positivas, mas depressa descamba.Contudo, trouxe-me qualquer coisa. Fiquei com vontade de ler Berkeley ( "A matéria não existe", premissa da qual o filme parte) e de ouvir Sophia Auster a cantar fora do ecrã.

menina limão disse...

:)


esqueci-me do Smoke. vi-o há muito tempo, não sei se gostaria dele hoje, mas na altura adorei.

menina limão disse...

:)


esqueci-me do Smoke. vi-o há muito tempo, não sei se gostaria dele hoje, mas na altura adorei.

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a entropia é a minha religião. alterno a leitura da bíblia com a interpretação de mapas e mãos. bebo, preferencialmente, azul. tenho, ainda, o hábito de escrever cartas_

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