"Nada torna, nada se repete, porque tudo é real."
*Alberto Caeiro

segunda-feira, maio 26, 2008

Cocorosie & Scout Niblett

Cocorosie. Duas mulheres. Três discos. Um mesmo sobrenome: Casady. Bianca e Sierra. La maison de mon rêve, Noah's Ark e The Adventures of Ghosthorse and Stillborn. Tocam e cantam coisas como "Jesus Loves me", "By your side", "Not for sale", "Promise" and son on.
Amanhã não sei se se apresentarão como "Terrible angels", "Rainbowarriors" ou outra coisa qualquer. O que importa é que estarei
. "By your side".





You can leave me
On the corner
Where you found me
I'm not for sale anymore


Not for sale, Cocorosie





Scout Niblett era uma perfeita desconhecida para mim até alguém me convencer que o concerto agendado para o dia 29 de maio no mercado negro seria imperdível. Imperdível, ou não, eu quero lá estar. E se não estivesse já convencida, ler a reportagem do Ipsilon, de 23 de maio, sobre esta songwriter inglesa, ter-me-ia convencido de certeza. Alguém capaz de escrever e cantar sobre a "sensação de comer alguém por dentro" e que admite ter "dificuldade em equilibrar a necessidade de ter alguém com a dependência que isso causa" deve mesmo ter "veneno doce na língua*".

Scout não estará só no mundo quanto à frágil necessidade de possuir o outro como se daí não adviesse qualquer dano ou perda.

E percebo-a tão bem quando canta "I am an emergency vehicle" ou "There's never enough kissing"...



*João Bonifácio, Ipsilon, Público

3 comentários:

menina tóxica disse...

oh, também fui ver essas meninas a braga :)

também adorei ler a reportagem sobre a Scout Niblett, principalmente por essas palavras*

menina limão disse...

O artigo está excelente, tenho de admitir. Até me vieram as lágrimas aos olhos. E o destaque que deram ao concerto em Aveiro pôs-me um sorriso de orelha a orelha.

Espero pelas tuas considerações acerca das manas. Eu tinha feito algumas, apaguei e agora repus a normalidade com uma explicaçãozinha.

ana c. disse...

menina tóxica, não te reconheci por Braga. aquele espaço foi imenso e, ao mesmo tempo, tão familiar...

limão, vou tentar falar sobre as manas. temo não saber o suficiente para o fazer.

Ontem foi:

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a entropia é a minha religião. alterno a leitura da bíblia com a interpretação de mapas e mãos. bebo, preferencialmente, azul. tenho, ainda, o hábito de escrever cartas_

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